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dez 31

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Temporada 2017 marcou despedida do Brasil da F-1. Mas até quando?

Confira tudo sobre o reality mais cobiçado da tv brasileira BBB13. Acompanhe Temporada 2017 marcou despedida do Brasil da F-1. Mas até quando? veja os detalhes desse artigo aqui.

Massa deixou a F-1 e o Brasil sem perspectiva de piloto em um futuro próximo


A bandeirada final do GP de Abu Dhabi foi também o encerramento de uma era na Fórmula 1. Com a aposentadoria definitiva de Felipe Massa da categoria, o país de oito títulos mundiais não terá um representante no grid pelo menos nas primeiras corridas de 2018, na pior das hipóteses.


Emerson Fittipaldi (1972 e 1974), Nelson Piquet (1981, 1983 e 1987) e Ayrton Senna (1988, 1990 e 1991) acostumaram o Brasil no lugar mais alto do pódio. Mais recentemente, Rubens Barrichello e Felipe Massa tiveram suas oportunidades, passaram perto, mas não ergueram o caneco.


Três campeões pintaram Fórmula 1 de verde-amarelo


Desde o GP da Grã-Bretanha de 1970, já na metade da temporada, justamente na estreia de Fittipaldi, que o Brasil tem pelo menos um representante na categoria. A ausência do país voltou a acontecer em julho deste ano, no GP da Hungria. Já sem compatriotas no grid, Massa (Williams) passou mal e não participou da corrida. O ano da verdadeira despedida terminou com dois sextos lugares como melhor colocação.


O episódio seria pelo menos um prenúncio de vacas ainda mais magras. Sem nem mesmo os pilotos que, longe da zona de pontuação, carregavam a bandeirinha verde-amarela ao lado do nome, o Brasil ficou a pé na principal categoria do automobilismo.


Para citar nomes que estariam no radar de equipes, Sérgio Sette Câmara (12º na Fórmula 2), Pedro Piquet (14º na F3 Europeia), Bruno Batista (20º na GP3 Series), Pietro Fittipaldi (campeão da Fórmula World Series 3.5) e Gianluca Petecof (4º no Campeonato Europeu de Kart) ainda estão longe de assumir um cockpit da F-1.


Hamilton se emocionou ao igualar recorde de Senna


‘Lewis Hamilton do Brasil’


Apesar da enorme idolatria por Ayrton Senna, Lewis Hamilton (Mercedes) nada tem a ver com o problema brasileiro. Pelo contrário, em sua melhor forma física e técnica, tratou de pulverizar ainda mais recordes com o tetracampeonato e o número de poles do seu herói de infância.


Foi no treino classificatório para o GP do Canadá que o inglês igualou o número de 65 pole-positions do brasileiro. De presente, recebeu um capacete usado por Senna. Verdadeiramente embasbacado, jogou logo suas coisas no chão para agarrar o novo “brinquedo”, em empolgação igual ou maior quando ganhou seu primeiro kart.


A partir daí, o amuleto para o tetracampeonato estava lançado. Hamilton acumulou nove vitórias em 20 corridas, contou com erros do rival Sebastian Vettel (Ferrari) e rumou tranquilo para o seu quarto título, ainda no GP dos Estados Unidos, a três provas do fim da temporada.


Diante de tamanha paixão por Senna, e pelo Brasil, Hamilton se candidatou a ser o “representante” do país no grid em 2018.



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