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nov 17

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A estratégica saída de Anitta do Brasil, após viver o pior ano da carreira

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Nada na carreira de Anitta é fruto do acaso ou da sorte. Tudo é muito pensado e estrategicamente decidido. E a anunciada saída do Brasil é mais uma decisão tomada após um ano turbulento que termina com um saldo absolutamente negativo.

O início do ano estava ótimo, ela lançou em fevereiro Bola Rebola e mal sabia que seria seu único acerto do ano. (Onda diferente virou hit mas não lhe pertence).

A toque de caixa, numa velocidade nunca vista antes na história da música, ela lançou o álbum Kisses, contra a vontade de sua gravadora, estrategicamente seis dias após uma biografia sobre sua vida ser lançada. O problema é que no meio do caminho tinha um Carnaval. Ela virou o assunto mais comentado do país na festa de Momo. Juntou na história o jogador de futebol e o surfista brasileiros mais famosos do mundo, a ex do jogador, uma atriz global de primeira grandeza, e teve como cenário a Marquês de Sapucaí. Não tinha como o assunto não tomar conta do país. Não se falava em outra coisa. O nome dela era o mais buscado no Google, as TVs só falavam dela… falou-se tanto, tanto… que cansou.

Aos poucos, ninguém aguentava mais saber dela. Os sites já começaram a detectar uma queda de audiência.

Mas como tudo que está ruim pode piorar, três meses depois surge o romance mais falado do país em muito tempo. Ela decidiu expor ao mundo através de sua poderosíssima rede social o seu amor. Mas ela errou feio nessa decisão. O “amor” dela já tinha dona. E era uma mulher que não leva desaforo pra casa.

O namoro virou uma novela acompanhada diariamente por milhões de pessoas. A procura pelo nome Anitta voltou a disparar. Mais uma vez, a vida pessoal de Anitta sobrepôs à carreira, um erro fatal para qualquer artista. E ela sabia disso.

A primeira decisão foi mandar o surfista “de volta” para a ex-mulher e sumir do mapa. Ela desapareceu das redes socais e sumiu do mapa. Era a tentativa de ter de novo o controle de sua vida pública.

Anitta é uma máquina de lançar música. Prontas, ela tem mais de 30 canções na gaveta. Mas algo acontecia de estranho em 2019: suas músicas não emplacavam como antes. Os feats que fez com outros cantores bombaram mais do que os seus. Contatinho, de Leo Santana, está aí como prova. A música não é dela.

Mas 2019 teve uma coisa boa: Terremoto, com Kevinho, virou hit “linear”, que como a própria explica, com o tempo o público iria gostar e continuaria a ser executada mesmo depois de anos.

Ainda havia a esperança que o Rock in Rio salvasse o ano. Afinal, mesmo não sendo a atração principal da noite, ela poderia causar, como sempre causa, e tirar o holofote do favorito Drake e Pink. Anitta frustrou com um show decepcionante. Quando todos esperavam que a favela desceria ao festival da elite, a cantora parecia querer parecer uma superstar, e esqueceu que seu lado suburbana é o que a tornou interessante. E, na hora do discurso em cima do palco que a boicotara dois anos antes, Anitta discursou. O Brasil esperava algo consistente, que falasse das classes mais baixas, do acesso ao estudo, da periferia do país. Mas Anitta conseguiu entrar para a história negativamente: agradeceu a si própria. Como se nada fosse maior. Nem Deus, nem os orixás, nem nada. Só a ela mesma. A frase virou piada e soou muito muito mal.

A fama de “quizumbeira” de Anitta sempre a incomodou. Ela nunca foi unanimidade na classe artística. De Ivete a Simaria, a coleção de desafetos é longa. Mas o pior de todas as brigas ainda estava por vir. Brigar com alguém igual a você é um erro fatal. E briga na favela, meu amor, sempre rende muito mais. O atrito com Ludmilla foi o pior erro da história de Anitta. Mais uma vez não se falou de outra coisa no país. Mais uma vez não se falou da música de Anitta. Ficou feio.

Em termos de visualizações, para um cantor normal, o ano de Anitta teria um saldo positivo. Para a compulsiva Anitta, não. Ela quer sempre mais e mais.

Pra encerar com chave de ouro, o maior prêmio da música do ano consagrou justamente sua mais recente inimiga. Algo drástico precisava ser feito.

Anitta é um gênio e rapidamente ela concluiu que a superexposição de seu nome fez o brasileiro se cansar dela. Por ouvir tanto sobre a vida pessoal, pouco interessava a arte. E nada melhor do que viver longe dos holofotes para colocar a carreira de volta aos trilhos.

Anitta dizia que jamais deixaria de morar no Brasil. Um dos erros fatais de Claudia Leitte em sua tentativa de carreira internacional foi se mudar para Los Angeles. Gasta-se muito, os contratantes de show esquecem de você e o público, então, se sente abandonado.

Mas para a Anitta é mesmo a unida saída.

O Brasil cansou de ouvir seu nome em notícias sobre sua vida pessoal. Ela precisa urgentemente recuperar da memória dos brasileiros que ela é originalmente uma cantora. E nada melhor do que se afastar das confusões locais. Boa sorte, Larissa.

A matéria A estratégica saída de Anitta do Brasil, após viver o pior ano da carreira foi originalmente publicado em https://tvefamosos.uol.com.br/colunas/leo-dias/2019/11/17/a-estrategica-saida-de-anitta-do-brasil-apos-viver-o-pior-ano-da-carreira.htm

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