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fev 04

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Cobertura do Carnaval exige pesquisa, pique e muda rotina de apresentadores

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  • Rodrigo Belentani/Band

    Betinho e Patrícia Maldonado: anos de experiência à frente do "Band Folia"

    Betinho e Patrícia Maldonado: anos de experiência à frente do “Band Folia”

Celso Portiolli passa as noites à base de shakes porque não tem tempo de comer. Patrícia Maldonado leva tampões de ouvido para não passar a madrugada cantando os hits do axé (que ela adora) e conseguir dormir um pouco. Fatima Bernardes se hospeda num hotel nos dias de transmissão para ficar focada nos estudos. Pode parecer que o Carnaval é só curtição, mas os âncoras da televisão que transmitem a festa ao vivo se viram como podem para aguentar o pique da ralação e garantir que não faltem confetes – e informações – para os foliões de sofá. 

Assídua no evento em Salvador, que frequenta há 16 anos e cobre desde 2007 no “Band Folia”, Patrícia só deixou o posto quando a filha mais nova, Maitê, 4, estava recém-nascida. Até grávida de cinco meses de Nina, 5, ela bateu ponto na Bahia. “Brinco dizendo que antes eu pagava para ir e agora recebo”, diz ela, que mora desde junho nos Estados Unidos e este ano sofre com a distância das meninas por dez dias. 

Às 17h, a jornalista começa a se arrumar para o primeiro link do dia, no “Jornal da Band”. Em seguida, começam as gravações, e à noite tem a transmissão ao vivo, que segue até as 3h. Os exercícios físicos ajudam a manter energia até o terceiro dia – depois, é só amor pela festa mesmo. Mas ela ainda faz questão de dar um pulo nos camarotes para ver os amigos. “Não dá para dormir direto. Trago um creme para ajudar a relaxar e um tampão de ouvido, ou fico cantando as músicas de madrugada. Sei todas! Durmo até 9h30, no máximo, porque quero aproveitar o dia”, conta ela, que ainda vai a shows e eventos durante a temporada na cidade.

Já Betinho, seu companheiro de transmissão, há 17 anos na função, prefere se poupar. Segundo ele, é questão de sobrevivência. “Digo sempre para quem vem pela primeira vez que isso aqui é maratona, não é corrida de 100m. Economiza voz, não fica pulando, não se empolga. Se não, fica maluco”, diz ele, que sempre foi à folia de Salvador a trabalho. 

A matéria Cobertura do Carnaval exige pesquisa, pique e muda rotina de apresentadores foi originalmente publicado em http://tvefamosos.uol.com.br/noticias/redacao/2016/02/04/cobertura-do-carnaval-exige-pesquisa-pique-e-muda-rotina-de-apresentadores.htm

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