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abr 20

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Dez anos após "Ídolos", jurados mantêm fama de celebridades

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Há dez anos, estreava “Ídolos”, versão do reality musical “American Idol”, encerrado nos Estados Unidos em abril após 15 temporadas. No Brasil, o programa teve duas edições no SBT e cinco na Record, porém os quatro jurados da rede de Silvio Santos ainda são lembrados e continuam mais famosos do que os competidores. O reality impulsionou formatos musicais como “The Voice” e “SuperStar”.

Apresentado por Beto Marden e Lígia Mendes, “Ídolos” tinha jurados completamente diferentes um do outro. Arnaldo Saccomani trabalhou com dezenas de grupos de pagode, Carlos Eduardo Miranda lançou bandas de rock como Raimundos. Thomas Roth já teve músicas suas cantadas por Elis Regina. Cyz Zamorano produzia MPB e música regional.

A primeira temporada contou com mais de 12 mil candidatos. O carioca Leandro Lopes foi o vencedor e ganhou contrato com uma gravadora, porém não emplacou. Thaeme Mariôto, campeã em 2007, fez sucesso somente quatro anos depois, ao lado de Thiago em uma dupla sertaneja. Os jurados, entretanto, viraram celebridades rapidamente com as broncas nos competidores.

“Foi uma revolução. É tão incrível que o primeiro foi em 2006, fizemos outros programas no SBT, ‘Ídolos’ mudou de emissora e até hoje na rua o pessoal grita ‘ei, Ídolos’, ou me chamam de ‘Arnaldo’, ‘Miranda’. É engraçado e prova que foi marcante”, comemora Thomas Roth, dono de uma empresa de jingles publicitários.

Embora não se importe com a fama, a cantora e produtora Cyz, única mulher no júri do primeiro “Ídolos”, gostou do estrelato: “Nunca liguei muito para essa coisa de celebridade, mas receber do público o carinho e reconhecimento do meu trabalho, de todos do SBT e ainda dividir a bancada com três pessoas maravilhosas foi realmente muito bom”.

De jurados a celebridades

Os jurados, assim como os cantores, também passaram por testes antes da estreia do programa. Arnaldo Saccomani lembra que se inspirou no britânico Simon Cowell, famoso jurado britânico do “American Idol” e outros realities musicais: “Era muito fã do Simon, do ‘American Idol’. Conhecia bem o programa, essa foi a minha sorte”.

Indicado por um amigo, Thomas Roth quase não entrou em “Ídolos”. No último dia de testes, pensou que estava em uma pegadinha do SBT. Sua raiva contra o candidato na prova final o credenciou para o programa.

“Entrou uma figura tão esdrúxula, tão bizarra, tão bizarra, que caiu a ficha: ‘Estou em uma pegadinha do Silvio Santos, pagando de otário aqui’. Soltei os cachorros em cima do cara. Falei ‘ou você ou eu estamos errados’, rasguei o verbo. Não sei se foi por isso, mas gostaram”, relembra.

A matéria Dez anos após "Ídolos", jurados mantêm fama de celebridades foi originalmente publicado em http://tvefamosos.uol.com.br/noticias/redacao/2016/04/20/dez-anos-apos-idolos-jurados-mantem-fama-de-celebridades.htm

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