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fev 17

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Fernanda Lima abre espaço para drags no "Amor & Sexo": "Cura gay é idiota"

Confira as principais fofocas globais, Fernanda Lima abre espaço para drags no "Amor & Sexo": "Cura gay é idiota" veja todos os detalhes aqui.

  • Reprodução/Instagram/gloriagroove

    Fernanda Lima (centro) posa com as drag queens Gloria Groove (de macacão colorido), Aretuza Lovi (com dreadlocks), Sarah Mitch (com colares prata) e Pablo Vittar (de rosa)

    Fernanda Lima (centro) posa com as drag queens Gloria Groove (de macacão colorido), Aretuza Lovi (com dreadlocks), Sarah Mitch (com colares prata) e Pablo Vittar (de rosa)

O Brasil pode ainda não ter uma versão televisiva do reality show “Ru Pau’ls Drag Race”, atração norte-americana em que drag queens competem em quesitos como moda, maquiagem, dança, atuação e dublagem, mas a presença das “queens” está cada vez mais forte nas telas

A temporada de 2016 do “Amor & Sexo”, por exemplo, não só colocou a drag queen Pablo Vittar sob os holofotes – ela divide o microfone da banda da atração com Régis Paulino – como também inaugurou um quadro dedicado às artistas: o Bishow.

“Estamos nos aprofundando mais em temas que a gente passeava, apresentando de uma maneira bonita, lúdica, e as pessoas têm entendido nosso recado e recebido muito bem”, comemora a apresentadora Fernanda Lima em entrevista ao UOL.  

No Bishow, as drag queens Glória Groove, Sarah Mitch e Aretuza Lovi ensinam três “bofes”, como são chamados os rapazes heterossexuais na gíria gay, a se montarem. A cada programa, eles passam por novas provas e aprendem uma etapa diferente da arte de se transformar em uma “queen”. No programa do último sábado, o humorista Marcelo Adnet ensinou os concorrentes a falarem Pajubá, dialeto popular que insere palavras de línguas africanas e que foi adotado pela comunidade LGBT, popularizando expressões como amapô (mulher), picumã (cabelo) e aquenda (presta atenção).

“Se tem pessoas achando excessivo e não gostando, elas não estão falando. Até porque não podem falar mal de um assunto que a gente tem que debater, tratar com humor e carinho. Não tem mais cabimento a violência, a homofobia, a transfobia. Falar que tem cura gay é idiota “, defende Fernanda.

Apesar de pregar a diversidade no “Amor & Sexo”, Fernanda diz não se ver como porta-voz do tema. “A minha ideia [ser porta-voz] nem é essa. É aprender e receber todas essas novidades porque estamos falando de mudança de paradigmas. Estamos vivendo um tempo novo e é importante que as pessoas falem disso de uma maneira natural”, afirma.

A matéria Fernanda Lima abre espaço para drags no "Amor & Sexo": "Cura gay é idiota" foi originalmente publicado em http://tvefamosos.uol.com.br/noticias/redacao/2016/02/17/fernanda-lima-abre-espaco-para-drags-no-amor-e-sexo-cura-gay-e-idiota.htm

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