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maio 02

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Game of Thrones revela mistério de Jon Snow e alimenta novas teorias para a sexta temporada

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Depois de uma primeira semana corrida que relembrou os espectadores onde estavam todos aqueles personagens, Game of Thrones caminhou a passos largos em seu segundo episódio. “Home”, assim como “The Red Woman”, trouxe diversos núcleos à tona e foi mais a fundo em cada um deles, culminando em uma das mais empolgantes cenas da série.

Depois de duas temporadas sem ver Bran (Isaac Hempstead Wright) e sua jornada de aprimorar suas habilidades de Warg com o Corvo de Três Olhos (Max von Sydow), é ele que abre o episódio, nos mostrando já o primeiro flashback da sexta temporada. Acompanhado de seu guia, Bran visita seu jovem pai Ned, seus irmãos Benjen e Lyanna, e acaba conhecendo também Wylis, uma grande criança que ele logo descobre ser Hodor (Kristian Nairn). O núcleo estabelece que viajaremos para diversos lugares dentro da mente de Bran, que está sedento por conhecer outros tempos por meio de seus poderes – mas também que seu mentor impõe limites, explicando que as viagens podem consumi-lo.

Apesar de dizer muito, passamos pouco tempo na caverna com Bran e o Corvo e logo seguimos para a Muralha, encontrar Davos (Liam Cunningham), que ainda protege o corpo de Jon Snow (Kit Harrington) com a sua vida. São duas visitas ao local; e essa primeira mostra que os selvagens estão do lado de Jon. Tormund (Kristofer Hivju) chega para defender o homem que abriu as portas e os braços para os nortenhos, defendendo os princípios que Jon Snow defendia, pronto para enfrentar os corvos da Patrulha da Noite. Apesar do mundo de Game of Thrones não ser muito adepto de mudanças, a aliança criada com os selvagens aponta para novos horizontes – principalmente após os acontecimentos do final do capítulo.

Porto Real foi o que mais recebeu atenção em “Home”, que dedicou boa parte de seus 56 minutos aos Lannister. Muita coisa precisava ser abordada sobre a família real, então vimos Jaime (Nikolaj Coster-Waldau) conversando com seu filho/sobrinho Tommen (Dean-Charles Chapman) sobre os acontecimentos no reino enquanto ele estava fora. O jovem rei admite que deveria ter sido mais incisivo quando sua esposa Margaery (Natalie Dormer) e mãe Cersei (Lena Headey) foram julgadas pela Fé Militante. As cenas seguintes provam que o Alto Pardal (Jonathan Pryce) veio para ficar e não deixará seu recém adquirido poder ser podado tão facilmente.

Domada, Cersei encontra refúgio sob a proteção do Montanha-zumbi (Hafþór Júlíus Björnsson) e já começa a mostrar sinais de embate vindo por aí. Alguns momentos antes, vemos o gigantesco guarda-costas da mãe do rei esmagar a cabeça de um cidadão que falava mal dela – tudo aponta para uma guerra de poderes em Porto Real. Aqui, foi bom ver os Lannister, mesmo que temporariamente, sem poder. O jovem Tommen não é tão desumano quanto seu falecido irmão Joffrey (Jack Gleeson) e precisa da ajuda de sua mãe para governar com mão mais firme; por isso o Alto Pardal tirou Cersei de perto, para se estabelecer como a entidade mais poderosa. Coisas interessantes vêm por aí em Porto Real, principalmente com o retorno de Cersei a uma posição mais próxima do comando e com o Montanha-zumbi ao seu lado – ela é praticamente imbatível.

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Em Meereen, Tyrion (Peter Dinklage), Varys (Conleth Hill), Missandei (Nathalie Emmanuel) e Verme Cinzento (Jacob Anderson) conversam sobre como as cidades da redondeza voltaram a ser como eram antes da chegada de Daenerys (Emilia Clarke) depois de sua partida. O anão decide, então, recorrer aos dragões Rhaegal e Viserion, enclausurados nas masmorras da Grande Pirâmide. Com seu extenso conhecimento, Tyrion explica que os animais são extremamente inteligentes e sabem diferenciar amigos de inimigos, tomando a decisão de descer e encontrá-los para libertá-los e, possivelmente, domá-los. Numa maravilhosa cena que misturou medo, reverência e admiração, Tyrion conversa com os dragões e os solta de suas correntes, indicando que ele deverá tomar frente do cuidado dos animais – quem sabe soltá-los em breve?

Pouco vimos de Arya (Maisie Williams), mas sua trama caminhou bem. Jaqen (Tom Wlachiha) se revelou como sendo a menina que vimos na semana passada e, convencido de que a joven Stark estava reabilitada e tinha aprendido sua lição, decidiu seguir com seu treinamento. Ainda é cedo para saber se Arya completará seu treinamento ou não na série, mas o núcleo indica que seguirá em um interessante caminho de intensas cenas de luta e treinamento. Enquanto isso, Brienne (Gwendoline Christie) revela a Sansa (Sophie Turner) que ela topou com Arya há algum tempo, que ela está bem e não precisou de sua ajuda; e Theon (Alfie Allen) decide que não vai mais acompanhá-los. Depois de tudo o que causou sob o comando de Ramsey (Iwan Rheon), ele quer ir para casa, encontrar sua família. Por sua vez, nas Ilhas de Ferro, a rebelde Yara (Gemma Whelan) peita as decisões de seu pai Balon (Patrick Malahide), mas uma reviravolta chega ao local acompanhada de Euron Greyjoy (Pilou Asbæk). Todos esses acontecimentos apontam para rupturas nos núcleos, levando a história à frente e trazendo mais mortes à tona – incluindo a de Balon, que provocará uma “votação” para a escolha do novo rei das Ilhas de Ferro.

Ramsey, por sua vez, deu início ao reino de terror que assolará Winterfell. Provando que ele é o mais maldoso homem de toda Westeros, ele decide que, depois de ouvir a declaração de seu pai (Michael McElhatton) que “sempre será seu primogênito” mesmo sendo originalmente um bastardo, precisa tomar o poder em suas mãos imediatamente. Walda (Elizabeth Webster) acabou de dar à luz ao seu novo irmão e Ramsey não precisa de concorrência, imediatamente convocando a madrasta e o bebê aos canis. Com um assobio, Ramsey é o novo e único líder de Westeros – provavelmente o mais temido deles em muitos anos. A obsessão dele com Sansa e a necessidade de recuperar sua esposa desaparecida certamente o levarão à Muralha, o que deve também gerar um interessante encontro com Jon Snow, os selvagens e muitos homens que deverão voltar suas lealdades ao ressuscitado Lorde Comandante.

Por fim, chegamos a Jon Snow e à fatídica cena que determinou de vez por todas o destino do corvo assassinado por seus próprios colegas. Como havia dito no texto sobre o episódio anterior, a problemática de Melisandre (Carice van Houten) e a perda de sua fé no Deus Vermelho está de volta. Os últimos minutos de “Home” deixaram todos os fãs da série na beirada do sofá, torcendo para que algo acontecesse e a montagem da cena colaborou muito para que a tensão aumentasse. Foi incrível presenciar a Mulher Vermelha dando seu último suspiro, tentando uma última vez ser a ligação entre seu Deus e os homens e, por sua própria percepção, falhando miseravelmente. Deixando o quarto, Melisandre deixou também o que restava de sua fé ali dentro com o corpo de Jon Snow e o lobo Fantasma. É quando Davos fecha a porta atrás de si que a magia de fato acontece e a vida volta ao Lorde Comandante. Resta saber agora quem encontraremos no episódio seguinte, se a pessoa que voltou é o mesmo Jon Snow que conhecíamos ou se veremos um novo ser caminhando com sua pele.

A sexta temporada de Game of Thrones é exibida semanalmente aos domingos, 22h, pela HBO.

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