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jul 25

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Vida pós-Faustão: Caçulinha, Colin e Nakamura dão dicas a ex-bailarinas

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A essa altura, você já deve saber que onze bailarinas foram demitidas do Domingão do Faustão na semana passada. A despedida das dançarinas deve ocorrer neste domingo, quando vai ao ar o último programa gravado antes da atração voltar a ser exibida ao vivo, após um período de férias.

A renovação do quadro de bailarinas, ainda que esperada, pegou muitas delas de surpresa e deixou um clima de tensão nos bastidores do programa. Para tentar acalmar os ânimos do time de beldades mais sorridente da televisão, o UOL procurou três personagens emblemáticos dos 30 anos de história do Domingão que já deixaram o programa. Em comum, os três afirmam que trabalhar ao lado de Fausto Silva ajudou a abrir portas dentro e fora da Globo.

Caçulinha e Faustão: amigos desde o "Perdidos na Noite" - TV Globo/Divulgação
Caçulinha e Faustão: amigos desde o “Perdidos na Noite” Imagem: TV Globo/Divulgação

Caçulinha: “Continuar fazendo o que gosta”

Rubens Antonio da Silva, o Caçulinha, não esconde a saudade que sente do Domingão do Faustão, programa que iniciou com Faustão, seu colega desde o “Perdidos na Noite”.

“O Domingão faz falta porque fiquei 26 anos, me acostumei com o programa”, diz o músico, que além dos jingles e brincadeiras com o apresentador, fez a trilha do Sai de Baixo por 8 anos.

Caçulinha deixou a atração após o fim de contratos publicitários, por se achar “sem função”. “Depois que deixei o Faustão, fui para o Todo Seu, do Ronnie Von. Lá, continuei tocando piano e acordeão com grandes artistas convidados do programa”, conta.

Com a mudança de horário do programa de Ronnie, que foi extinto essa semana pela TV Gazeta, Caçulinha acabou deixando a TV. Aos 78 anos, no entanto, ele conta que continua exercendo a sua vocação em shows, gravações e musicais para filmes e comerciais –um exemplo que diz querer compartilhar com as bailarinas que deixaram o programa.

Continuei fazendo o que mais gosto: música. E vou continuar tocando sempre!

Adriana Colin no "Domingão do Faustão" - Arquivo pessoal
Adriana Colin no “Domingão do Faustão” Imagem: Arquivo pessoal

“Ninguém é ex”, diz Adriana Colin

Por quase oito anos, Adriana Colin teve uma função que é considerada uma “promoção” para as integrantes do balé do Faustão: a de apresentadora dos merchandisings. Após a demissão, ela diz ter aproveitado a experiência que ganhou com as câmeras para investir na carreira de mestre de cerimônias.

Ganhei experiência, popularidade e crescimento financeiro. O programa me ajudou a ter sangue frio nos momentos de pressão e mais segurança. Lá era ao vivo e tinha que ter tranquilidade e agilidade de raciocínio. Aprimorei isso no Domingão do Faustão.

Se existe vida fora do Domingão? “É óbvio! A gente nunca é ex. Se você foi uma boa profissional, você continua sendo. É isso que eu descobri. Independentemente de onde você estiver o que importa é desempenhar a profissão com dignidade e amor”, ensina.

Carol Nakamura: “Coisas mais legais estão por vir”

Diferentemente das colegas que foram demitidas agora, a ex-bailarina Carol Nakamura decidiu deixar o programa de auditório após 13 anos para se arriscar numa nova profissão. Ela deixou o Domingão pela oportunidade de trabalhar no elenco da novela Sol Nascente, ao lado de atrizes como Giovanna Antonelli e Laura Cardoso. Nem por isso, afirma, a preocupação foi menor.

“Sair do certo para se desafiar no duvidoso sempre gera um frio na barriga, uma certa insegurança, de recomeçar. Isso é normal em qualquer profissão. Estava acostumada e o Domingão era minha segunda família”, diz ela, que também agradece às imprevisíveis interações com Faustão pela desenvoltura que ganhou na frente das câmeras.

Carol Nakamura com Faustão em sua despedida do "Domingão", em 2016 - Reprodução/Globo
Carol Nakamura com Faustão em sua despedida do “Domingão”, em 2016 Imagem: Reprodução/Globo

“Como era ao vivo, eu estava sempre aprendendo, não sabia o que ia acontecer. Ao mesmo tempo, era um lugar confortável para mim. Saí porque realmente queria experimentar tudo o que tinha estudado como atriz”.

Nakamura, que este ano participou do quadro Super Chef Celebridades, do Mais Você, diz entender a preocupação das bailarinas, mas não tem dúvidas de que existe vida além do Domingão e vê outras possibilidades de mercado para as recém-demitidas:

“É difícil ser bailarina no Brasil. Mas se determinada coisa aconteceu é porque coisas mais legais podem estar por vir. Sempre olho com positividade”.

Pode ser um empurrão para se redescobrir numa nova profissão. Com a dança você pode dar aulas, ser coreógrafa… Não existe só o mercado televisivo. É vida que segue. Existe vida após tudo!

A matéria Vida pós-Faustão: Caçulinha, Colin e Nakamura dão dicas a ex-bailarinas foi originalmente publicado em https://tvefamosos.uol.com.br/noticias/redacao/2019/07/25/existe-vida-fora-do-domingao-do-faustao-caculinha-colin-e-nakamura-opinam.htm

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